A vida vai te mostrar, vai te guiar.

Arquivo para setembro, 2011

Seu networking é formado por quem?

Neste último final de semana, tive a oportunidade de participar do Digital Markting 2.0, no Colégio Contato. O evento ocorreu na noite de sexta e durante todo sábado, com palestras dos mais variados assuntos e seus respectivos palestrantes.

Pessoalmente, gostei muitíssimo das palestras de meu querido amigo @ronaldfar e do notável @Thalesbrandao. Parabéns aos dois pelos esclarecimentos e pela postura.

Porém, um dos palestrantes, qual seja Fabricio Medeiros, que por algumas vezes foi contraditório em sua própria colocação de idéias, mencionou que networking é formado apenas por amigos. Achei a colocação muito estranha. Que a cada novo participante, necessariamente, ele o intitulava seu amigo, pessoas queridas e de sua grande consideração.

Não concordo, haja vista, que o networking de alguém não é formado apenas e unicamente por amigos. Networking vai além de minhas relações pessoais com meus amigos. Possuo também relações profissionais e estes colegas, chefes etc, também podem fazer parte, assim como aqueles que por afinidade de pensamentos, ideologias, vamos agregando ou sendo incluídos, por exemplo, no twitter.

Networking, na minha humilde opinião, corrijam-me por favor, são aqueles contatos que possuo e que mantenho influência ou sou influenciada pela presença daquelas pessoas. Há uma interação entre estas pessoas, mas não apenas uma relação de amizade. E é claro, nem todos que estão no meu twitter, por exemplo, são meu amigos, mas de alguma maneira, compartilhamos idéias, experiências etc. E caso haja afinidade, podemos nos tornar amigos. Exitem amigos, colegas, conhecidos etc.

Impossível você ter uma relação verdadeira de amizade com todos aqueles que fazem parte do twitter, facebook, orkut e outras redes. Até porque minha vida não se resume apenas as redes, possuo vida, além da rede, graças a Deus!

Claro que meus amigos são ótimas referências, porém não são as únicas. Se você faz um bom trabalho, tem o respeito e a consideração de seus chefes e colegas, e não necessariamente serão seus amigos, porém pode trazer muitos benefícios através daqueles que eles conhecem e ao mencionarem meu bom trabalho e minha dedicação.

Nossos amigos são aqueles caríssimos, amantíssimos, que numa primeira angústia ou alegria, você pensa em dividir com eles, que você troca suas impressões de sua vida como um todo. Porém, com as pessoas de sua networking não dividirá sua vida até então conhecê-la e ver se merece sua confiança pra que conheça sua intimidade. E, muitas vezes, o networking não envolve relações afetivas, e sim pessoas que te conhecem pela sua competência e dedicação ou por se relacionarem num mesmo ambiente de trabalho.

Networking são meus amigos, mas também, aqueles que de alguma maneira sou influenciada e os quais também influencio, nos mais diversos ambientes dos quais participo, desde meus vizinhos até os grandes escalões de empresas ou estabelecimentos em suas mais diversas áreas.

E o seu networking é formado por quem?

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Falar menos, ouvir mais!

Neste último final de semana, Maceió foi palco de um incidente num interessante e merecido evento o Maceió Music Festival – MMF, qual seja, o desabamento de parte de uma estrutura onde haviam várias pessoas que pretendendo se proteger da chuva, encaminharam-se para cima de estrutura a qual não suportou e veio abaixo.

Isso aconteceu no final do dia de sábado, último dia do evento, quando no twitter, várias e várias pessoas, noticiaram o lamentável incidente. Ocorreram várias e várias manifestações, de todas as espécies.

E o que me chamou atenção, foi a irresponsabilidade de alguns em alarmar a situação mais do que realmente merecia, dando uma conotação de grande tragédia quando não foi exatamente o que aconteceu.

Aí vem a máxima: temos que observar mais, ouvir mais e falar menos….bem menos!

Por que antes de passar a frente uma informação, uma ocorrência qualquer, o sujeito não tenta retirar e extrair elementos mais íntegros, palpáveis para que se chegue o mais próximo possível da verdade? E não trabalhar sob impressões próprias, tomando uma atitude imatura, desesperada, irresponsável.

Ultimamente, falamos por falar. Não escutamos mais, não temos mais o interesse de saber a fundo o que acontece. Estamos cada vez mais superficiais, artificiais, rasos. Não nos aprofundamos em nada! Apenas relatamos aquilo que vemos ou vimos, passamos para o papel, difundimos o acontecido, sem pensar nas consequências advindas de minhas únicas impressões.

Se não se sabe ao certo o que aconteceu, cale-se! Se quiser saber, vá a fundo, análise, pesquise, procure, investigue, não tire conclusões precipitadas, como uma criança ávida por um brinquedo que nem sempre se adapta a sua faixa etária.

O que aconteceu foi um incidente, que deve ser muito bem analisado, para que se evite ou que não volte a ocorrer. Claro que poderia ter sido um grave acidente. Porém, nada que não possa ocorrer com qualquer pessoa que organize este tipo de evento. Apenas deve-se analisar e contar que pode ocorrer para que as providências sejam rápidas e efetivas. Mas, todos sabemos das responsabilidades advindas destes ocorridos. Mas, não devemos crucificar e sim analisarmos ponderadamente o que aconteceu.

Hoje, ao vermos ou sabermos um fato, temos que ter cuidado com nossas impressões sobre. Creio que se não tenho nada de bom a dizer ou se não sei ao certo o que e como ocorreu, é melhor não dizer nada.

Pessoas que dão suas opiniões sem os outros pedirem. “Cospem” suas opiniões porque são imaturas o suficiente e não sabem se conter, justificando-se em “ataques de honestidade”. Se é ataque, jamais poderá ser de honestidade. Ou você convive bem com a honestidade, ou não sabe o que ela significa. Honestidade requer serenidade e não ataques impulsivos. Você precisa de um ataque para que a honestidade te socorra. Pelo amor!!

E quantas outras situações todos nós já presenciamos, ouvimos. Vamos ser mais cautelosos, menos intrometidos, mais profundos, mais responsáveis! Não é nada difícil e não prejudica ninguém!

E pra finalizar, como sempre gosto de fazer, cito algumas frases e pensamentos com o mesmo espírito:

Para a arte de viver, é preciso saber a arte de ouvir, sorrir e ter paciência…sempre. Hermann Hesse

Nas muitas palavras, não falta ofensa; quem retém os lábios, é sábio. Salomão

Na procura de conhecimentos, o primeiro passo é o silêncio, o segundo ouvir, o terceiro relembrar, o quarto praticar e o quinto ensinar aos outro. Textos Judaicos

E, ainda esta tirinha cômica e repleta de significado:

 

 

Deixem Alagoas se emancipar!

Dia 16/09, aniversário de emancipação de Alagoas…hj completa 194 anos!

Conquistas a serem comemoradas, e ainda muitas por virem, porém, muitas perdas ainda sentidas, muitos prejuízos ainda contabilizados, muita gente se oportunizando e continuando a maltratar esta terra que mesmo sofrida, consegue manter a doçura e seus encantos.

Desde quando cheguei em Alagoas, que me recebeu e me acolhe em seus braços abertos, conheci e me encantei por esta terra linda, cheia de charme, com um clima delicioso e um potencial há tanto tempo massacrado e adormecido.

Mas adormecido não por vontade própria, mas pela oportunização de alguns que insistem em se utilizar de Alagoas para seus interesses próprios, visando apenas tirar e nada recompor.

Durante o tempo que estou aqui, conheci pessoas extremamente decentes e que se dedicam para que este estado seja reconhecido e que realmente se desenvolva. Pessoas estas que contribuem lealmente com sua força de trabalho, com sua inteligência, com seu amor e ainda, veementemente, incomodam-se quando vêem sua terra ser palco de corrupção, de maus tratos, de bandalheira…como se fosse o quintal da casa de gente que não se importa com o próprio jardim!

Alagoas merece mais…merece crescer, brilhar, ser bem tratada, aparecer no cenário nacional anunciando boas novas. Até porque já tem muita coisa boa, mas precisamos nos dedicar mais para que toda esta capacidade seja difundida e ganhe cada vez mais espaço. Deixem Alagoas, real e efetivamente,  emancipar-se!

Nas fuçadas que costumo dar, acabei me deparando com um site que descreve algumas curiosidades de nossa querida Alagoas, achei interessante compartilhar http://maisalagoas.uol.com.br/mais.asp?id=curiosidades.

Agradeço a Alagoas e seus filhos por terem me recebido tão bem. Desejo que Alagoas tenha orgulho desta nova filha que chegou com a melhor das intenções que é a de colaborar insistentemente pra que progrida cada vez mais!

Parabéns Alagoas! Mereces de tudo o melhor…

O sucesso do Prêmio Maria Mariá

Em 10 de setembro, tive a ótima oportunidade de presenciar o Prêmio Imprensa Maria Mariá com a finalidade de premiar os blogueiros da querida e simpática União dos Palmares, mas também prestar uma significativa homenagem a Maria Mariá  de Castro Sarmento, nascida em 1917 e falecida em 1993, historiadora, professora e jornalista, uma mulher que viveu a frente de seu tempo e deixou fortes rastros de sua influência e opinião, com  sua personalidade constante e marcante na vida social e política palmarinas.

As categorias nas quais os blogs foram avaliadas eram variadas, e todos se submeteram as votações popular e técnica, havendo premiação para ambas. Mais informações http://premioimprensamariamaria.blogspot.com/

Venho apontar como meus queridos e favoritos premiados naquela noite tão especial e tão cheia de emoção – com total respeito pelos demais blogueiros – o querido e competente @dallasdiego (melhor matéria jornalística), o talentoso @pjveras (categoria política), o carismático Marcelo (categoria cultura – irmão da figura marcante @zemauniao), do @programamesaz. Não posso deixar de parabenizá-los individualmente pelo contato positivo e amigável que mantemos!

Mas, analisando também os demais, podemos perceber a capacidade que a grande maioria dos blogs possui de contribuir para cada dia mais incluir União dos Palmares no crescente círculo da era digital, com seus conteúdos, seu visual, suas idéias etc.

O Prêmio foi uma brilhante idéia, principalmente organizada por Mizael e seus importantes colaboradores. Que este seja o primeiro de muitos outros! União dos Palmares merece!

Felicidades! Uma vida repleta de progresso, sucesso e realizações para a querida União dos Palmares e seus filhos!

Agradeço a recepção por meus novos e caros amigos @dallasdiego @zemauniao @programamesaz @farolfmuniao @Anthonny_lucas @pjveras @jmarcelofotos. Foi muito bom estar mais uma vez com vocês!

Exame de ordem: um mal necessário.

Acredito que este seja o assunto mais falado entre os alunos que estão na fase final do curso de direito oferecido pelas mais variadas instituições de ensino público ou privado de nosso país.

Ao se graduarem, aqueles que pretendem exercer a advocacia, devem se submeter ao exame da ordem. Existem mais pessoas contra do que a favor do exame. Mas, só estão contra porque a porcentagem de reprovação tem sido altíssima.

Tem sido exposto inclusive que o exame é inconstitucional!? Pra mim, esta alegação já é demais, não guarda coerência! Aqueles que terminam a faculdade de direito são apenas considerados bacharéis, havendo necessidade de que se desejam se tornar magistrados, advogados, defensores, procuradores, promotores etc. devem se submeter a suas respectivas avaliações, concursos, para, então, poderem efetivamente exercer seus cargos tão sonhados.

Não consigo entender tanta discussão e revolta contra o exame. Admito que a organização e a complexidade do exame tem deixado a desejar, mas, se existem os que são aprovados, é porque não está impossível! Difícil sim, porém, não impossível!

O exame deve permanecer. Se com o exame, é possível existirem profissionais sem a menor condição de atuar de maneira eficaz na defesa dos direitos do alheio, imaginem sem o exame??!!

Paremos de reclamar e vamos estudar, vamos nos dedicar. As pessoas ingressam na faculdade e acham que é um cursinho qualquer. Faculdade é opção de vida, escolha de um caminho que marcará sua vida para sempre! É um ato de responsabilidade, de comprometimento, de autoestima, de discernimento.

Alguns alegam que por que só o curso de direito possui este exame e os outros cursos não! Temos que parar de pensar desta maneira. E fazer uma campanha para que todos os cursos universitários também utilizem desta maneira de avaliar e de liberar seus profissionais no mercado de trabalho!

O aluno ao tomar consciência de que o que o espera é algo altamente exigente e coerente, fará a faculdade com outra mentalidade, dedicando-se verdadeiramente ao que realmente interessa. Paremos de inventar desculpas e protestar para que o exame acabe. Nada disso! Enfrentemos o exame de peito aberto, com coragem e com responsabilidade.

Vamos provar que somos capazes de passar pelos processos seletivos com a cabeça erguida e cheios de orgulho. O exame  deve existir sim. Pode não ser o sistema mais correto, porém, é o que existe. Preparemo-nos!

Neste sentido, o ilustre Miguel Reale Jr.  fez um brilhante texto sobre o exame de ordem no jornal O Estado de São Paulo, que vale a pena ser lido tanto pelos que são a favor como pelos que são contra.

Miguel Reale Júnior – O Estado de S.Paulo

A vida desenrola-se regida pelo Direito. O velho brocardo “onde está a sociedade está o direito” é absolutamente verdadeiro, pois as relações entre as pessoas e entre estas e o Estado são reguladas por regras jurídicas.

O Código Civil enuncia que toda pessoa é capaz de direitos e deveres e a Constituição lista os direitos e deveres individuais, além dos direitos sociais e políticos. Assim, a vida de qualquer cidadão está regida pelo Direito.

Conhecer esses direitos, bem como os deveres decorrentes, é essencial na vida comum de todo cidadão. Esclarecimento acerca dos limites do exercício de direitos e do cumprimento dos deveres é tarefa própria do advogado, ao qual cabe bem diagnosticar a situação concreta apresentada e dar a orientação correta. Um conselho certo evita prejuízos, afasta conflitos desgastantes e permite a conciliação.

Se for necessário pleitear em juízo a satisfação de uma pretensão legítima, é preciso enquadrá-la na ação judicial apropriada à espécie perante o juízo competente e de forma compreensível, tarefa essa exclusiva do advogado. O advogado realiza, portanto, trabalho de interesse geral, como veículo de efetivação da justiça, a ser alcançada pelo modo menos gravoso.

Assim, para advogar é necessário estar o formando devidamente qualificado, não bastando ter sido aprovado por uma das 1.174 faculdades existentes no País, que não formam juízes, promotores, delegados, advogados, mas apenas bacharéis em Direito em cursos, na sua maioria, cada vez mais deficientes, que não buscam excelência, e sim clientela e lucro.

Em Portugal editou-se o Regulamento Nacional do Estágio, em vista da diminuição generalizada da qualidade do ensino, com a degradação da profissão do advogado, razão pela qual cabe à Ordem zelar pela formação e valorização profissional, obrigando-se ao bacharel estagiar por dois anos em escritório de advocacia, para garantir conhecimento adequado de aspectos técnicos e éticos da profissão, ao final dos quais é submetido a exame de avaliação.

Em França o bacharel em Direito presta concurso para ser admitido em curso organizado pela Ordem dos Advogados com duração de 18 meses, durante os quais estuda o estatuto e a ética profissional, além de temas jurídicos, com período final de estágio junto a um advogado, após o que se submete a exame.

Na Itália o bacharel em Direito deve realizar dois anos de prática forense após se laurear, tempo após o qual pode vir a prestar exame de habilitação profissional.

No Brasil há hoje 700 mil advogados. Quando do recadastramento em 2004 havia 420 mil, o que significa que o número de advogados cresceu 70% em sete anos, mesmo com a exigência do Exame de Ordem. Nas 1.174 faculdades de Direito há 700 mil estudantes. Surgem com diploma de bacharel em Direito na mão cerca 100 mil pessoas por ano.

Em 1963 criou-se o Exame de Ordem, que poderia ser substituído por estágio do ainda estudante em escritório de advocacia cujo titular tivesse cinco anos de inscrição na Ordem. Na ditadura, em 1972, sendo ministro da Educação o coronel Passarinho, extinguiu-se o Exame de Ordem e se permitiu que o estágio fosse realizado nas próprias faculdades, que atestariam o aproveitamento do aluno para inscrição na Ordem dos Advogados. Criava-se nova fonte de renda para as faculdades particulares e desprestígio para a classe que constituía o bastião de resistência democrática.

Em 1994, novo Estatuto da Ordem reinstalou a exigência do exame para admissão nos quadros da advocacia. Agora, um bacharel reprovado interpôs, por meio de advogado, mandado de segurança no qual argumenta ser inconstitucional o Exame de Ordem, pois afronta o artigo 5.º, XIII, da Constituição, que garante o livre exercício de trabalho e de escolha profissional. Na verdade, esse inciso condiciona o livre exercício de trabalho ao atendimento das “qualificações profissionais que a lei estabelecer”.

A arguição de inconstitucionalidade foi rejeitada em primeira e segunda instâncias, mas agora chega ao Supremo Tribunal Federal em recurso extraordinário. O parecer do Ministério Público Federal é pela acolhida da inconstitucionalidade do Exame de Ordem, pois seria uma forma de limitar um mercado de trabalho reconhecidamente saturado, havendo perigosa tendência a reserva de mercado.

Em gritante contradição, o parecer do Ministério Público admite a “notória deficiência do ensino jurídico no Brasil” e propõe, reeditando a solução do coronel Passarinho ao tempo da ditadura, a adoção dos Núcleos de Prática Forense, previstos em portaria e resolução do Ministério da Educação, de responsabilidade das próprias faculdades, com professores do curso.

Contraditoriamente, o parecer confessa a necessidade de se restringir o acesso à profissão de advogado mediante a chancela da OAB, a fim de que da atuação de bacharéis não decorram “riscos à sociedade ou danos a terceiros”. Propõe, todavia, que essa chancela se faça mediante impossível supervisão pela Ordem dos Núcleos de Prática Forense mantidos pelas próprias faculdades com seus professores. Ora, nenhuma faculdade vai considerar o seu bacharelando inapto para o exercício da advocacia: é a raposa cuidando do galinheiro. O núcleo gerará renda e passará também a ser fonte de falso prestígio da faculdade.

Se o Ministério Público, com razão, reconhece a possibilidade de risco para a sociedade com o ingresso automático de bacharéis na OAB, é evidente que a exigência de qualificação por via do Exame de Ordem não pode ser vista como expediente de reserva de mercado. É, sim, um meio de proteção da sociedade, do interesse de todos, do Judiciário e da própria democracia, pois a OAB tem por finalidade a defesa da ordem constitucional e sua força promana do prestígio social, a não ser comprometido com a inclusão de manifestos incompetentes em seus quadros.
ADVOGADO, PROFESSOR TITULAR DA FACULDADE DE DIREITO DA USP, MEMBRO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS, FOI MINISTRO DA JUSTIÇA

03/09/2011

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