A vida vai te mostrar, vai te guiar.

Há tempos atrás, uma amiga passava por maus momentos, quando me convidou pra participar de um culto religioso cuja finalidade era “limpeza”.

Como minha amiga realmente estava bem angustiada, não pensei duas vezes e fui com ela ao local. Pensei: se é pra ajudar, tá tudo certo!

Chegando lá, dezenas de pessoas já se encontravam no local. E algumas instruções foram dadas: eram feitos círculos de 8 a 12 pessoas, e no centro ficavam dois orientadores que pertenciam a respectiva igreja. Cada um dos que faziam parte do círculo, por vez, iria ao centro e todos os outros rezavam por ele.

Achei a idéia válida, interessante, pois creio que energia positiva sempre é bem vinda.

A primeira pessoa encaminhou-se ao centro. O orientador perguntou seu nome. Logo em seguida, perguntava a religião. E, se não fosse daquela religião específica, o orientador perguntava (pra caprichar!!), se a pessoa não renunciaria a sua fé para abraçar aquela nova realidade.

A maior parte das pessoas nem pensava duas vezes em dizer que “abriam mão de sua fé, para seguir o novo caminho”. A pergunta era feita de uma maneira tão inesperada, tão repentina, até agressiva, que a pessoa não conseguia realmente absorver o real significado da pergunta.

Até que depois de umas quatro pessoas, chegou minha vez. A orientadora, perguntou meu nome. Logo em seguida, minha religião. Quando eu respondi que era espírita Kardecista, logo em seguida, ela me “atacou”, perguntando se eu renunciava a minha fé. E, eu mais do que calma, respondi que não! Meu povo, pra que? A criatura teve um ataque, e começou a gritar comigo, dizendo que eu era uma alma perdida e que não tinha mais “conserto”, e que só restava a ela me entregar nas mãos de Deus.

Respondi que nas mãos de Deus eu sempre estive e ela não tinha o direito de agir daquela maneira. Imediatamente, ela abriu um frasco e começou a me jogar água benta, como se me exorcizasse. Esta parte realmente foi hilária!

Ao final, falei com o responsável, um religioso, pelo ocorrido, na presença dos orientadores, que me ouviu com respeito e simpatia. E desconhecia este tipo de comportamento. Pediu desculpas. Mas, eu ainda insisti que aquele acontecimento não poderia ocorrer em qualquer lugar e em nenhum momento. Um acontecimento infeliz promovido por uma ignorante, uma mulher sem respeito a nada nem ninguém.

Fico me perguntando até que ponto o ser humano chega para que sua razão e sua verdade prevaleçam. Até que ponto vale a pena?

Claro que devemos expor nossas razões, nossas idéias, nossa opinião, mas nunca, nunca devemos impô-la às pessoas. Devemos expor de maneira clara, até acalorada, porém, há limites para que não pareça um ataque, uma agressão. Aquele que sempre utiliza das palavras de maneira agressiva, vai, aos poucos, perdendo, diante dos outros, a credibilidade, pois sempre está aos brados tentando “loucamente” justificar-se.

Todos temos nossas opiniões, porém, a diversidade é interessante, saudável. Se for pra manter sempre sua opinião, sua idelogia, faça, porém, de maneira serena, segura, mas nunca imponha. Se for pra mudar, mude, porém, tente saber o por quê da mudança e se ela realmente se encaixa a sua vida, sem violentá-la.

Incluo neste post um video e algumas frases interessantes:

DIVERSIDADE E CONFLITO
“Meu amigo,
Se você
vem,
De um mundo
Onde,
Todos tem
O mesmo nariz,
O mesmo sorriso e
a mesma forma,
de ver e sentir as coisas,
Você não conhece, nada!
Você, não conhece, ninguém!”
(Livro: Quebrando o Espelho (Marcia Souto de Araújo)


“Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse”.(Nietzsche)

“Os adversários acreditam que nos refutam quando repetem a própria opinião e não consideram a nossa”. (Goethe)

“Eu prefiro ser uma metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo…” (Raul Seixas)

“Nunca discuta, não convencerá ninguém. As opiniões são como os pregos; quanto mais se martelam, mais se enterram”. (Alexandre Dumas)

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A chamada  “Lei da Palmada” foi aprovada na Câmara. Ainda passará pelo crivo do Senado.

Esta lei vem propor a punição aos pais que castigam seus filhos através das palmadas (castigo físico), prevendo penas socioeducativas e até o afastamento de seus filhos. A lei também traz algumas emendas ao estatuto da criança e do adolescente, uma vez que determinava a punição por maus tratos, mas não havia conceituado o que era.

Mas, sinceramente: era só o que estava faltando mesmo!

O Estado deve interferir na educação que os pais dão aos seus filhos? ou ainda controlar os métodos de como educa seus filhos? O Estado não faz sua parte e vem dizer aos cidadãos como educar seus filhos??

Como sempre o Estado inventa determinadas situações para maquiar outras. Tira nossa atenção para um assunto, quando o foco deveria ser outro.

É o absurdo dos absurdos! Só falta eles colocarem policiais na casa de cada família para vigiar, quando tantos assaltos e violência estão em nossas ruas.

Falta: educação, saúde, segurança, fiscalização maior quanto à corrupção e a efetiva aplicação da pena, políticas públicas de emprego, e tantas outras coisas tão mais relevantes quanto isso.

Os pais não “podem bater”, mas o Estado pode deixar de fiscalizar a estrutura de suas escolas, de oferecer a merenda às crianças e material didático adequado.

Quanto incoerência! É assim, quando não tem se nada de bom a fazer, faz-se o que não deve. Cabeça vazia, casa do diabo! O Estado ao invés de se preocupar com o que realmente deve, preocupa-se com as palmadas que os pais dão em seus filhos.

Quantas mulheres comparecem às delegacias dando queixa de seus maridos violentos, e que por várias vezes, acabam mortas pois não foi dada a atenção devida, achando um exagero por parte das vítimas.

Não tem lógica, diante de tanto descaso do Estado que agora, queira impor limites à educação imposta pelos pais.

Tomei umas boas palmadas e castigos quando criança e não me deixaram sequelas, traumas, muito pelo contrário, disciplinou-me, ensinou-me, impôs limites. Sabia que tinha a presença de pessoas que zelavam por mim e pela min ha educação. Sabia que se fizesse algo errado, o castigo viria. Não repetia mais as baboseiras que tinha feito. Uma surra bem aplicada e no momento certo, é um santo remédio sim! Nem sempre uma conversa resolve determinadas situações.

Inclusive as “crianças mais espertas”, mais maduras, poderão se utilizar desta lei para ameaçarem os pais que se baterem ou fizerem qualquer tipo de imposição. Os pais poderão se tornar reféns. Situação esta já narrada por várias pessoas.

Não concordo com a violência gratuita a nenhum ser humano, mas a imposição destes limites é ridícula e não trará nenhum benefício as crianças, que por sua natureza são tiranas e não entendem até onde podem ir. E é nesta hora do abuso por parte da criança, que a palmada vem para alertá-la! É claro que toda vez que uma criança está sendo reprimida, ela deve saber o por quê está sendo, tem o direito de saber dos motivos que a levaram a ser castigada.

O Estado mais uma vez pecou. Não faz o que deve ser feito e se intromete onde não deve. Muito faz quem não atrapalha!

2011 está chegando ao final. Que ano corrido!

Geralmente, é tempo de colocarmos na balança as perdas e os ganhos ou pararmos alguns momentos pra pensarmos o que passamos, o que fizemos durante todo ano.

Qual o seu balanço pra 2011? Foi bom ou ruim? Você aprendeu a lição? Você entendeu os recados? Você foi mais você ou se valeu da opinião do alheio? Você conquistou novos amigos? Manteve os antigos? Desfez amizades? Progrediu em seu trabalho, na sua vida pessoal? Cuidou-se!?…

Quantas considerações, como nossa vida é complexa! E por isso mesmo, temos que tentar levá-la da maneira mais flexível possível. Com jogo de cintura, humor. Aceitar a vida de peito aberto e o que vier, agradecermos.

Algumas situações, podem nos frustrar, mas creio que nos frustramos porque esperamos demais. Se acordarmos todos os dias e vivermos, simplesmente vivermos, e fazermos nossa parte…naturalmente, as coisas, as conquistas, os presentes virão até nós! Tudo tem seu momento certo. Sempre escutava isso de minha mãe e ficava brava com isso. A mais pura verdade e a mais simples das lições.

Não quer dizer que tenhamos de ser passivos e aguardarmos as coisas acontecerem. Temos que querer, podemos ter sonhos e querer realizá-los. Mas, precisamos plantar boas sementes. Ás vezes queremos tanto uma coisa, ficamos tão vinculados a primeira idéia, que não conseguimos enxergar caso venha outro resultado, e acabamos acreditando que “as preces não foram ouvidas”!

Claro que não é tão simples, mas é uma boa tática. Acordar; pensar coisas boas; trabalhar; construir; colaborar com os outros; tratar as pessoas com gentileza e se não tiver nada de bom pra dizer, cale-se; se tiver de mau humor, é problema seu; ser um bom amigo; ser responsável; ser cuidadoso; acrescentar algo na vida de alguém etc.

O que você fez por dias melhores? Não podemos desejar dias melhores, se não fizermos nossa parte.

Para ser um “bom menino”, não é necessário ser perfeito. Ser bom ou ser mau…todos temos ambos, o bem e o mal, dentro de nós, depende do que você escolher! E, independentemente da escolha, assuma as consequências.

O importante é fazer um bom trabalho, e se não puder atrapalhar, já é grande coisa!

Desejo que todos encontrem as respostas para suas angústias, o remédio para suas dores, o conforto nos momentos de dúvida, a luz nos momentos de tristeza, a força e coragem dentro de si para seguir em frente e aceitar a vida com seus desafios e suas bençãos.

E pra embalar e melhor aproveitar estas idéias, compartilho esta música do Arlindo Cruz. Enjoy!

O Bem – Arlindo Cruz

O Bem, ilumina o sorriso
Também pode dar proteção
O Bem é o verdadeiro amigo
É quem  o abrigo
É quem estende a mão

No mundo de armadilhas e pecados
Armado, tão carente de amor
Às vezes é bem mais valorizado
Amado, endeusado e quem é traidor
E o Bem é pra acabar com o desamor

Se a luz do sol não para de brilhar
Se ainda existe noite e luar
O mal não pode superar
Quem tem  pra rezar diz amém
E ver que todo mundo é capaz
De ter um mundo  de amor e paz
Quando faz  o bem
Quando faz  o bem

O Bem, ilumina o sorriso
Também pode dar proteção
O Bem é o verdadeiro amigo
É quem  o abrigo
É quem estende a mão

No mundo de armadilhas e pecados
Armado, tão carente de amor
Às vezes é bem mais valorizado
Amado, endeusado e quem é traidor
E o Bem é pra acabar com o desamor

Se a luz do sol não para de brilhar
Se ainda existe noite e luar
O mal não pode superar
Quem tem  pra rezar diz amém
E ver que todo mundo é capaz
De ter um mundo  de amor e paz
Quando faz  o bem
Quando  faz o bem

No último dia 01 de dezembro, a Revista Due, comemorou seu primeiro ano de existência e muito sucesso!

A festa foi ótima, linda, um ambiente agradável do Regente, cheio de gente bonita, uma comida gostosa da Bodega do Sertão, sorvetes da Delícias do Cerrado, bebidas diferentes, música de boa qualidade, papo descontraído, reencontro com amigos.

A comemoração foi bem merecida!

É sensacional presenciar o resultado de um trabalho feito com competência, esforço, alegria. Valná e Larissa dois expoentes no mundo da publicidade, da moda, da comunicação e muito mais. É sempre bom encontrá-las. Sempre dispostas, educadas, alegres e cheias de vontade de vencer. No twitter sempre interagindo e respondendo e dando atenção aos seus  leitores. Uma missão que estão cumprindo com louvor!

E conseguem cada vez mais conquistar e superar desafios!

Agradeço o convite. Fiquei muito feliz de participar. Sou mais uma fã que torce muito pelo sucesso de vcs!

A revista é ótima e cada vez trabalham mais para que melhore…se é que é possível ! Muito bem confeccionada, com notícias e informações interessantes, colorida, linda de ver, criativa, prática de levar. Vale a pena conferir!

Parabéns a Revista Due, a Valná, a Larissa e a toda equipe!! Sucesso hoje e sempre!!

Você já parou pra pensar como tem tratado aqueles que ama?

Temos uma vida tão corrida, tão cheia de compromissos, obrigações, afazeres, eventos, que imagino que seja difícil dar conta de tudo. Sabemos que alguma coisa pode ficar de fora de nossa atenção, não de modo doloso, mas efetivamente, pode ficar excluído de um cuidado mais apurado.

Claro…quem já não passou por isso, atire a primeira pedra. Acontece! Mas, que isso não ocorra com vezes repetidas.

Se aquela ou aquelas pessoas tão amadas, queridas, não estão recebendo a devida e merecida atenção, o que será que está acontecendo? e o que será que irá acontecer?

O que podemos fazer pra não deixarmos a situação ficar tão mais delicada?

Quem sabe fazer aquela ligação no meio da tarde pra sabermos como a pessoa está? Levá-la no meio da semana pra assistir aquela filme que tanto quer? Enviar um e-mail cheio de dengo, com uma poesia? Chegar em casa e perguntar como foi o dia?

Se pensarmos, há tantas coisas simples que podemos fazer. Coisas simples mas que terão um resultado tão positivo.

Nada como sabermos que aquela pessoa se importa, mas quando tomadas pequenas e pontuais atitudes pra registrar. Saber é bom, mas ouvirmos lindas palavras, ler um e-mail, não tem preço!

Lembrou da pessoa, seja ela quem for, ligue e diga que lembrou dela!

Vamos cuidar mais dos nossos queridos, que algumas vezes, deixamos de lado, mas é importante eles saberem que mesmo com a correria do dia-a-dia, eles sempre têm um espaço relevante em nossas vidas.

Neste ensejo:

Cuide Bem do Seu Amor – Paralamas do Sucesso

A vida sem freio me leva, me arrasta, me cega
No momento em que eu queria ver
O segundo que antecede o beijo
A palavra que destrói o amor
Quando tudo ainda estava inteiro
No instante em que desmoronou
Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
 um segundo tudo estava em paz

Cuide bem do seu amor
Seja quem for (2x)

E cada segundo, cada momento, cada instante
É quase eterno, passa devagar
Se o seu mundo for o mundo inteiro
Sua vida, seu amor, seu lar
Cuide tudo que for verdadeiro
Deixe tudo que não for passar

Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
 um segundo tudo estava em paz

Cuide bem do seu amor
Seja quem for (2x)

Palavras duras em voz de veludo
E tudo muda, adeus velho mundo
 um segundo tudo estava em paz

Cuide bem do seu amor
Seja quem for (2x) 

É sabido que dia 15/11 comemora-se a Proclamação da República.

Mas…será que temos mesmo o que comemorar?

Porém, apesar de todos os pesares e das inúmeras situações que vêm ocorrendo, principalmente,  no cenário político, ocorreu a marcha contra a corrupção. Manifestação pacífica e totalmente voltada a sociedade civil.

Entendo que muitas pessoas até possam pensar que: “pra que lutar contra isso?!”. Mas, se não começarmos, mesmo que aos poucos, aí mesmo que as coisas não se alteram. A passividade, a omissão são perigosas! É melhor ir e ver no que dá, do que ficar apenas criticando e nada fazer.

Tanto reclama-se da situação, xinga-se aos brados, revoltas contidas, porém, atitude que é bom…nada! Então, se seus reclames não ecoam como deveriam, cale-se, guarde pra si esta manifestação barata e sem sentido! Como dizem por aí: “Não reclame, trabalhe!”.

Concordo que a corrupção tem, cada dia mais, mostrado relevos sinuosos, perigosos e que trazem sim negativos efeitos sobre a população quando, por exemplo, praticados atos corruptos pelos nossos representantes diretos, pois os mais descrentes, imaginam que: se “eles fazem”, por que eu não posso?

Mas, perdoem-me, mesmo compreendendo a atitude, posso considerar que “um erro, não justifica o outro”! Como eu disse, é melhor fingirmos então que nada está acontecendo e pecar pela omissão, do que tomar atitudes tresloucadas ou fundadas no vazio!

A primeira marcha ocorreu em 12/10, e compareceram umas 50 pessoas em média. No local mesmo, os participantes interagiram e combinamos já o encontro desta segunda, que já houve o comparecimento de umas 100 pessoas, além das manifestações de apoio no decorrer da caminhada que se iniciou na Praça 7 coqueiros e terminou no Alagoinha, quando vários dos participantes fazem suas explanações do que vem ocorrendo e dando total apoio ao movimento. Muitos compareceram com cartazes, com nariz de palhaço, máscaras, palavras de ordem. Manifestações legítimas de gente que quer que o país seja cada vez melhor, que deseja realmente o progresso de Alagoas e de todos os outros estados.

Não deixe de participar. Não se contente com sua revolta individual, sua voz quando . Junte-se! Organize-se! Pode ter certeza que sempre vale a pena! Nosso país merece nosso esforço!

O próximo ato será dia 23/11, às 14h, na Assembléia e a próxima marcha será em 09/12, às 14h. Mas, ainda será informado o local. O movimento no facebook: http://www.facebook.com/groups/193545727390304/. Participe!

Neste último sábado, o CEPA foi o palco do mutirão do Poder Judiciário com a finalidade de agilizar os processos em andamento pelos Juizados Especiais de Maceió.

Eu, particularmente, cheguei lá, 7:30h e permaneci até às 14:40h. Fiz audiências sem parar. Eram várias salas por onde os processos estavam distribuídos. Detalhe: eram várias salas e minhas audiências ficaram espalhadas. Fiz uma ginástica que nem me lembro como deu certo. Agora é fácil falar, mas na hora foi difícil, tenso!

Por óbvio, que ocorreram atrasos, um dos motivos mais aparente, foi que os notebooks “travavam” ou não respondiam aos comandos, devendo ser trocados. E, enquanto não trocados, todos tinham que esperar.

Um calor infernal. Muitas e muitas pessoas aguardando as audiências e as realizando. Falta de estrutura. Um sacrifício para todos que participaram, seja de qual lado estivessem.

Não sou contra o mutirão. Porém, não aprecio a maneira que foi feita. Foram algumas outras situações ocorridas.

Colocar todas aquelas pessoas no CEPA, que querendo ou não, não tem estrutura nem para o que se presta, imagina, para uma estrutura como o Poder Judiciário/Tribunal de Justiça? Audiências marcadas das 7/8 da manhã atá sabe-se lá que horas! Eu mesma saí de lá, eram 14:40h, e minhas audiência eram só pela manhã e se estenderam até à tarde! Imagino quem ainda tinha audiências na parte da tarde! Foi uma grande sacrifício: juízes que lá estavam, advogados, analistas, voluntários, funcionários de apoio, partes etc.

Daí me pergunto: por que não foi feito esta mutirão durante a semana? Os juizados funcionam até 13/13:30 todos os dias, porque, por exemplo, por uma semana, não estendem seu horário, para exclusivamente fazer só as audiências do mutirão? Usaria-se a própria estrutura, pessoal do Poder Judiciário, não precisando movimentar “um prédio inteiro” para as frágeis instalações do CEPA?

Acredito que a grande maioria das pessoas que participaram do mutirão, trabalham a semana toda e muito, e ainda, chegar num sábado e ficar à disposição para realizar audiências que poderiam perfeitamente serem distribuídas nos dias da semana. Realmente, ainda não vi as vantagens na realização do mutirão num dia de sábado fora das instalações do Poder Judiciário e com uma estrutura que deixou muito a desejar.

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